C – Cultura Caseira: novo brunch do Grand Hyatt

Hoje eu e o Thi fomos comemorar um mês de casados, e também o meu aniversário, que é hoje, dia 05/05, no C-Cultura Caseira, o novo restaurante do Grand Hyatt, que fica no mesmo lugar do antigo Grand Caffé.

O restaurante busca trazer pratos da chamada “comfort food”, comida que traz boas lembranças, sem se prender a uma determinada região. Aos domingos, das 13h às 16h, eles servem um gostoso e sofisticado brunch.

A nossa experiência não começou da melhor forma (mas depois fomos compensados pela comida): quando ligamos para fazer a reserva, fomos informados que o brunch começava às 12h30, horário em que chegamos ao restaurante. Porém, quando chegamos, tivemos que esperar meia hora, pois a informação que nos passaram estava errada, e o brunch, na verdade, iniciava às 13h. E sem wifi, já que o hotel não fornece gratuito para os clientes. Aliás, um desabafo, acho um absurdo hotéis que não oferecem wifi gratuito para seus clientes… até o Starbucks oferece… acho ridículo você pagar um montão de dinheiro para se hospedar ou almoçar em um hotel e não ter wifi, pronto falei!

O ambiente é muito bonito, moderno e aconchegante ao mesmo tempo. Definitivamente, um lugar que dá vontade de ficar bastante tempo, comendo e conversando…
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– O bonito ambiente do restaurante –

O buffet é composto de quatro grandes seções:

– saladas, sushis, queijos e frios: com sashimi de peixe branco e salmão, hosomaki de salmão e uramaki Califórnia e de salmão batido; três tipos de queijos e frios; saladas variadas; quiche. Todos estavam uma delícia – comida japonesa bem feita, salada fresquinha e bem temperada.

– pães e viennoiseries: croissant, pain au chocolat, pain de campagne, broa de milho. Tudo feito no hotel!

pratos quentes: mudam todas as semanas. Hoje tinha leitão assado com compota de abacaxi, frango com quiabo, namorado assado, ragu de carne, batata assada, arroz branco, creme de abóbora e fusilli ao molho de quatro queijos. O leitão estava uma delícia, bem suculento, carnudo, com casquinha crocante.Já o namorado não estava nada demais, bem seco. A massa, eu não tive vontade de provar, pois tinha uma cara bem sem graça…

– sobremesas: essa era a mesa mais interessante. As sobremesas estavam lindas e bem gostosas. Tinha mousse de manga, brigadeiro de colher, pudim de leite, torta de ameixa, cocada, pastel de Belém, torta de chocolate, Tiramisù. Estava tudo gostoso, com destaque especial para o mousse de manga!

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– O buffet montado ao fundo –

Enfim, comemos super bem, os ingredientes são os melhores disponíveis, super frescos e bem preparados. A apresentação dos pratos também é muito bonita, e gostei da forma como eles dispõem travessas pequenas, com pouca quantidade de comida (mas algumas vezes eles falharam na reposição e ficava travessa vazia no buffet…). O que eu achei: é um brunch maravilhoso, super sofisticado, mas feito para estrangeiro (talvez o principal público alvo sejam os hóspedes do hotel). Quando brasileiro pensa em brunch (me corrijam se eu estiver errada), gosta de fartura, variedade… E óbvio que de jeito nenhum faltou comida, comemos super bem, mas saímos com a sensação que faltou um ovinho mexido com bacon, um risotinho, essas coisas, sabe?

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– Buffet de saladas –

O atendimento também foi outro ponto: foi bom, eficiente, mas um pouco devagar. Mas como eu já trabalhei (há muitos anos) neste hotel, achei que deixou a desejar um pouco. Antes, parecia que os atendentes “cuidavam” melhor dos clientes. Hoje, oferecem um serviço bom, porém sem diferencial.

Se der, vá! Acho que vale super a pena ir conhecer, ainda mais se você estiver querendo impressionar alguém ou em uma data especial, já que o ambiente é lindo, e a comida é boa também. Mas alinhe expectativas: não vá achando que vai ser aquela ogrice habitual de brunches, porque não vai… É aquele lugar para comer gostoso, fazendo pose, sem descer do salto!

O que mais gostei de lá: O croissant! Se bem que estou em uma fase de obsessão por este pãozinho… Mas estava uma delícia, bem folhadinho, fresquinho…nham nham!
O que não gostei muito: Pouca opção de acompanhamento para os pratos quentes… só arroz branco e batata assada, achei que valia colocar umas opções mais interessantes! Ah! Também achei que faltavam placas com os nomes dos pratos.
Dica que vale ouro: Se parar o carro lá, não esqueça de pagar no restaurante. O garçom não nos ofereceu essa opção, mas voltamos e pedimos. No restaurante, o estacionamento sai a R$ 15, mas se você pagar direto no guichê, eles te cobram absurdos R$ 38! Fique de olho!!

C – Cultura Caseira (http://www.saopaulo.grand.hyatt.com.br/pt/hotel/dining/c—cultura-caseira.html)
Avenida das Nações Unidas, 13.301 (dentro do Hotel Grand Hyatt) – 2838-1234
Brunch todos os domingos, das 13h às 16h.
O brunch custa R$ 86 por pessoa com uma taça de espumante inclusa, ou R$ 98 com espumante à vontade

P.S: Me desculpem que não tem mais fotos, mas é que encontramos um casal de amigos muito queridos, e o papo estava tão bom que até me esqueci das fotos!!!

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