11 coisas que você não pode deixar de fazer no Japão

Em breve, muito em breve (que eu pretendo ser amanhã, mas não prometo), iniciaremos aqui no blog uma websérie sobre o Japão e o Havaí. Vai ser um conteúdo bem legal, com dicas de onde ir, o que fazer, onde e o que comer, 100% baseado na experiência que eu tive nesses dois países e com vídeos e fotos minhas. Vocês vão amar, prometo! Está demorando para sair porque estamos cuidando de tudo em detalhes e fazendo uma curadoria do milhão de fotos e coisas que queremos contar!
Mas vai sair, aguardem!

Mas enquanto não sai o novo vídeo, uma listinha porque ninguém é de ferro. E se você tem déficit de atenção, pode ler só os títulos, porque o texto é longo (brincadeira!).

Quando você vai fazer uma viagem, dependendo do destino, é relativamente fácil encontrar informações sobre o lugar, bairros bons para se hospedar, atrações turísticas, restaurantes estrelados. Mas às vezes, no mundo de informações da Internet, acabamos ficando perdidos com a quantidade de dados e de tanta coisa que lemos, não ficamos com nada.

Então, se eu pudesse te dizer somente 11 coisas que você TEM (veja bem, eu disse TEM, não deve ou pode) que fazer no Japão, seriam essas da lista abaixo. Não vou indicar lugares ou passeios específicos, mas essas coisas certamente tem que fazer parte do seu roteiro, se você quiser ter um panorama bacana do Japão, no tempo que você tiver…

1) Ir em um onsen

Onsen em Yufuin - *Foto tirada pela tia do Thiago
Onsen em Yufuin – *Foto tirada pela tia do Thiago

Escolhi este como primeiro item da lista porque foi o que teve maior impacto sobre mim, desde antes de viajar até agora (deve ser por isso que não paro de contar as minhas histórias engraçadas para as pessoas).
Onsen são as águas termais, banhos coletivos, ofurôs que os japoneses tanto adoram. E tem uma razão para eles adorarem isso. No passado, nem todas as casas contavam com chuveiros, ou um lugar apropriado para tomar banho. Com isso, nas vilas e nas pequenas cidades, existiam as casas de banho coletivas, onde as pessoas se lavavam e aproveitavam de uma grande banheira de águas naturais.

Hoje em dia, a maioria das casas já tem chuveiro e banheira, mas ir no onsen continua sendo o passatempo preferido da maioria dos japoneses.

Com águas naturais e muitas vezes com propriedades medicinais, os onsen podem ter diferentes tipos de água: com enxofre, ou com outros tipos de elemento, cada um deles com uma função terapêutica: dores nas costas, problemas respiratórios… Essas águas são naturalmente quentes (por volta de 40 graus Celsius) e também naturalmente contém esses elementos. Nada é aditivado. Caso você não saiba exatamente para o que serve cada água, faça como eu, e vá somente para relaxar (e pra ficar com a pele mais macia que você já sentiu!)

Neste onsen de Kusatsu, a água é tão quente que é necessário esfriá-la um pouco, como as mulheres estão fazendo na foto. - *Foto da tia Katinha, tia do meu marido
Neste onsen de Kusatsu, a água é tão quente que é necessário esfriá-la um pouco, como as mulheres estão fazendo na foto. – *Foto da tia Katinha, tia do meu marido

Parece super gostoso e relaxante, né? Ir em um onsen, tirar a roupa e ficar lá, sem preocupações, só relaxando na água quentinha…
Peraí, eu disse tirar a roupa? Isso mesmo! Tudinho! Pelado pelado nu com a mão no bolso!

Ainda não entendo como isso pode ser uma preocupação das brasileiras, já que gostamos tanto de mostrar e desfilar nossos corpos; em comparação com outros povos, mostramos beeeem mais; e no Carnaval e no verão, tudo pode! Mas para mim, pelo menos, era uma preocupação… (amigos mais próximos, depois eu conto uma história muito boa sobre a minha neura com este assunto antes da viagem).
Se você é japonês, ok, todo mundo lá é japonês e tem corpos e formatos parecidos. Mas se você é ocidental, como eu, com corpo brasileiro, vai se sentir um ETvaldo no meio da japonesada. E eles vão te olhar, sim!

Funciona assim: você chega no onsen e não precisa levar nada, toalha, shampoo, sabonete, nada. Só a roupa que você quer vestir depois do banho.
Em alguns, maiores e mais turísticos, a estrutura é tão completa que mais parece que você está em um shopping, com praça de alimentação, lojinhas e áreas de massagem. Nesses aí, você recebe um yukata (espécie de quimono) que vai usar enquanto estiver nas dependências sociais do local. Se for em um mais simples, pequeno, você entra e sai com a sua própria roupa, que pode ser um yukata, se você quiser, ou aquela sua calça jeans furada também serve…

Chegou lá, separa homem para um lado e mulher pro outro. Antes de chegar no onsen, você vai em um vestiário, alguns com armários com chaves, mas a maioria com cestinhas, tira toda a sua roupa, pega uma toalhinha que só dá pra cobrir ou a frente ou o traseiro (se é que você me entende). Fique tranquilo, você está no Japão, ninguém vai roubar suas roupas.

A partir daí, meu amigo, é hora de desfilar isso que você chama de corpo. (Brincadeira, ninguém tá ligando pro seu bacon na cintura por lá!)

Você sai do vestiário, cobrindo a parte que você mais quer esconder (mas a maioria das vovózinhas japas nem cobre nada – só posso falar da experiência feminina) e vai tomar um banho, antes de entrar no onsen. Mas um banho completão, nada de banho de gato por aqui.
Tem que lavar atrás da orelha, o pé meu querido pé. Sem essa de banho da Cantareira.

Aí você senta no banquinho (sim, eles tomam banho sentados) e manda ver no esfregão. A sorte é que na maioria dos onsen, você vai encontrar sabonete, shampoo e condicionador de marcas top, tipo Shiseido. Um sucesso!
Ah, lembra da toalhinha? Além de servir para cobrir seus dotes, ela também é ótima para se lavar, como uma esponjinha. Na dúvida sorria e acene só observe e imite o que os japas estão fazendo (mas também não olhe muito, senão vai ficar meio estranho!)

A coisa toda é que o onsen tem que ser um ambiente higiênico, por isso, você precisa estar limpo antes de entrar.

Uma vez de banho tomado, as mulheres prendem o cabelo e entram no onsen.
A minha dica é entrar de uma vez, pois quando você colocar o pé, vai achar a água tão tão quente, que vai desistir de entrar. Entre e logo você se acostumará.

Mas cuidado, o onsen não é uma piscina. Você não nada, mergulha, fica se mexendo, conversando muito. Você fica lá paradinho, quase meditando, tendo um tempo pra você.

Se você for ocidental, a chance de uma batyanzinha japonesa vir conversar com você em japonês é grande. Na dúvida, sorria e acene.

Existem dois tipos de onsen: o onsen (deeeer) e o rotenburo. O primeiro, fica em um ambiente fechado, tipo uma piscina coberta. O segundo, o meu preferido, fica ao ar livre. É uma delícia quando está bem frio e você está dentro daquela água quentinha, só com a cabeça pra fora.

Se no lugar que você for tiver vários onsen no mesmo ambiente, entre em todos. Cada um tem uma propriedade diferente.

Eu, que estava super incomodada e constrangida no começo, fui quatro vezes ao onsen, duas delas inclusive com a família do meu marido (o que foi o pior dos meus pesadelos – pior do que ficar pelada no meio de um monte de gente é ficar pelada no meio de um monte de gente com a família do seu marido, namorado, homem…awkward!). Mas superei!

Mas se você não está acostumado a temperaturas muito altas (se não é praticante de hot yoga, por exemplo) ou tem pressão baixa, pegue leve, não fique muito tempo no onsen. A chance de você passar mal e desfalecer, é grande!
E se você pensa que essa água vai fazer mal para sua pele, por ser muito quente, esqueça. Sua pele vai ficar mais macia do que a bunda de um bebê fofinho. Nenhum creme caro te deixaria assim.

Então larga essa vergonha pra lá, seja um ser superior e mostre a butifarra no onsen.
Eu virei fã! Queria estar lá neste momento!

Se você não for no onsen, vai perder uma das atividades mais bacanas e arraigadas na cultura do japonês. Então, para entender como eles realmente são, faz parte relaxar nas águas calientes.

Dica que vale ouro: Se você tem tatuagens, não será aceito na maioria dos onsen. No Japão, pessoas tatuadas normalmente tem ligação com a máfia, e não são bem vistas em locais familiares, mesmo sendo ocidentais. Os japoneses se sentem incomodados com as tatuagens dos outros.

2) Ir em um izakaya

Todos felizes depois de duas horas de bebedeira
Todos felizes depois de duas horas de bebedeira

Você já foi em um izakaya aqui no Brasil? Então, legal né, mas não tem nada a ver.
A maioria dos izakayas no Japão é um paraíso para os bebuns as pessoas que apreciam uma bebida, como eu.

Funciona assim: você paga um valor fixo (que normalmente é baixo, uns 10 dólares) e pode beber o quanto quiser pelo período de 2 horas. E é o que quiser mesmo. Nos izakayas que eu fui, você podia escolher cerveja, chopp, vinho, shochu, saquê, whisky, coqueteis e bebidas não alcóolicas, tudo à vontade. Só não tem cachaça!

A comida você pede à parte. São vários itens no cardápio, mas em geral com um preço muito bom e para compartilhar com seus companheiros de mesa.

Cavalo - um dos melhores pratos dos izakayas do Japão
Cavalo – um dos melhores pratos dos izakayas do Japão

Comi desde salada até cavalo, pato, tempurá, legumes com missô, sopa, robatas. Tem de tudo. E é gostoso.

Um dos pratos do izakaya
Um dos pratos do izakaya

E você vai ver uma das raras ocasiões em que o japonês “perde” o controle.
É um programa bacana, principalmente se você for forte para bebida e quiser provar um de casa. E não é nada caro!

3) Comprar o Rail Pass e fazer farofa no shinkansen

Cansadíssimos dentro do trem
Cansadíssimos dentro do trem

O Rail Pass, um bilhete de trem exclusivo para estrangeiros e turistas que te dá o direito de andar livremente de trem, ônibus, balsa e quase todos os transportes públicos do Japão, desde que sejam da companhia JR, por 7, 14 ou 21 dias é provavelmente uma das melhores invenções para quem visita o país.
O passe não é barato, é verdade (em março de 2015 eu paguei US$ 249 pelo bilhete de 7 dias), mas compensa já no primeiro dia de viagem. As passagens de shinkansen (ou trem bala) são caríssimas e se você usar este trem duas vezes, provavelmente já pagou o valor do passe.
Além disso, ele é super simples e descomplicado de usar. Na maioria dos trens, você nem precisa fazer reserva e basta apresentar para o funcionário da estação para usar à vontade. Uma mão na roda.

E viajar de shinkansen é legal demais. O trem, super moderno, chega até a 450 quilômetros por hora e nunca, nunquinha em anos de funcionamento causou um acidente. Sugoi, né?

Você não se sente mal no trem pela velocidade. Aliás, só dá para saber que está tão rápido porque você não consegue ver a paisagem com tantos detalhes assim.

Mas o trem é super confortável e organizado.

Corredor do shinkansen
Corredor do shinkansen

A parte mais legal de tudo é que o japonês adora uma farofa (brincadeira!). Mas é super comum e aceito você comer dentro do trem. Nas estações, existem várias lojinhas que vendem bentôs, uma marmitinha pronta e super gostosa, com arroz, peixe, legumes; que as pessoas pegam e levam para comer durante a viagem de trem.

Olha só o bentôzinho que levamos no shinkansen
Olha só o bentôzinho que levamos no shinkansen

Mas, fica a dica: o japonês é super organizado, não faz barulho e não deixa sujeira por aí. Então coma, divirta-se, mas fale baixo e carregue o seu lixo com você depois, a maioria dos trens não tem onde jogar o lixo. E aproveite a viagem até o seu próximo destino!

 

4) Experimente todas as bebidas dos jidou-hanbaikis

Maridão se acabando nas bebidas diferentes
Maridão se acabando nas bebidas diferentes

Jidou hanbaikis (já postei até foto no Instagram sobre isso. Não viu? Segue lá @magaliviajante e veja mais fotos da viagem) são máquinas que vendem bebidas. Elas estão em todos os cantos e vendem todos os tipos de bebidas, quentes e frias.
Em todos os lugares, seja em um interior longínquo ou dentro de uma estação de trem, você vai encontrar uma maquininha dessas.

Elas tem desde chá verde gelado, refrigerante de acerola, suco de ameixa, água até café quente, chá quente, creme de milho, e algumas vendem até cerveja.

As bebidas são baratas (custam entre US$ 1 e US$ 2) e você vê todo mundo bebendo e carregando as garrafinhas por aí. O legal, mesmo para quem está de dieta ou tem alguma restrição, é que sempre há bebidas sem açúcar.

A diversão para mim era experimentar pelo menos uma bebida diferente por dia. Mesmo assim, não consegui experimentar todas  disponíveis, ao final de 20 dias de Japão.

Minhas preferidas? Suco de umê (ameixa) e água saborizada de pêssego.

 

5) Fazer compras na estação

Na Tokyo Station, tem até uma "rua" dedicada aos lamens
Na Tokyo Station, tem até uma “rua” dedicada aos lamens

Já que você vai até a estação de trem, para pegar o shinkansen, chegue mais cedo e aproveite para fazer umas comprinhas.

Floricultura da estação de Ueno
Floricultura da estação de Ueno

As estações de trem e metrô do Japão são verdadeiros shoppings, com as mais variadas opções de lojas, restaurantes e serviços.

Tem até uma boulangerie do Paul Bocuse dentro da Tokyo Station
Tem até uma boulangerie do Paul Bocuse dentro da Tokyo Station

E não ache que por ser dentro da estação serão lojinhas fuleiras ou comida ruim, não.
As lojas são boas (em algumas estações, você até encontra lojas de Luxo) e os mercados de comida são de dar inveja na Casa Santa Luzia.

Olha só os bentôs lindões que são vendidos na Tokyo Station
Olha só os bentôs lindões que são vendidos na Tokyo Station

A não ser que você queira alguma coisa específica, nem precisa ir ao shopping, resolva a sua vida na estação mesmo.
As de Tokyo e de Ueno são enormes, tem lojas infinitas e dá para ficar horas por lá.

Doces de encher os olhos na estação de Ueno
Doces de encher os olhos na estação de Ueno

6) Usar a “musiquinha” dos banheiros japoneses

Saca só o nome do vaso sanitário de lá!
Saca só o nome do vaso sanitário de lá!

Essa é boa! Japonês é muito engraçado mesmo. E você tem que entrar na onda!

Na maioria dos banheiros japoneses, principalmente os de locais públicos, como estações de trem e shoppings, os vasos sanitários são super tecnológicos, com mil botões, e dá vontade de apertar todos (só tem que ter cuidado para ao invés de dar a descarga, não pedir socorro!), mas tem um deles que é o mais legal. É o botão “barulho de descarga!”

Japonês odeia incomodar os outros. Eles fazem de tudo para não serem desagradáveis ou inconvenientes. E para isso que existe este botãozinho mágico.

Vamos super que você vai ao banheiro e não quer que a pessoa do lado ouça os barulhos que você irá fazer. Então é só apertar esse botão, que irá surgir um barulho imitando o da descarga (até com regulagem de volume), para disfarçar os seus sons naturais.

Você entra no banheiro e já logo sabe que todo mundo tá com dor de barriga!

7) Se hospedar em um ryokan

O quarto do ryokan que ficamos
O quarto do ryokan que ficamos

Ryokans são os hotéis típicos japoneses. Aqueles com poucos quartos, tatame no chão, onsen, serviço excelente e banquete no jantar.
Uma das experiências mais bacanas e inesquecíveis que eu tive no Japão. Você não pode deixar de fazer!

Ryokans não são baratos. Eles custam a partir de US$ 150 dólares por pessoa. Se você estiver viajando on budget, pode parecer caro, mas lembre-se que você terá café da manhã e um jantar memorável incluídos na sua estadia. No final, a conta não sai tão alta assim.

A vista do nosso ryokan
A vista do nosso ryokan

Você deve chegar cedo em um ryokan, por volta das 16h, para aproveitar todo o ritual.
Ao chegar, você será recebido por um funcionário com uma xicará de chá que te explicará os horários, como é feita a cama, onde fica o onsen e tudo o mais. Aí você escolhe a hora que quer jantar e quando faltar cinco minutos no horário marcado, eles vem te chamar.

Aí você vai tomar seu banho e relaxar no onsen, põe seu yukata, vai jantar a comida mais incrível que você já comeu.
Um banquete – kaiseki – com vários pratos, todos representando a cozinha japonesa tradicional da região. É um lindo ritual!

Yukatas super lindos e elegantes que se usa nos ryokan
Yukatas super lindos e elegantes que se usa nos ryokan

Depois disso, você chega no quarto e a sua cama, no tatame, já está confortavelmente arrumada. Basta você descansar e dormir incrivelmente bem.

No dia seguinte, você vai tomar um café da manhã delicioso, no estilo oriental, é claro, com arroz, sopa, salada, peixe. Pão pra quê, afinal.

Se você não estiver com muito dinheiro, tente ficar pelo menos uma noite em um ryokan. Essa é a verdadeira experiência de hospedagem japonesa. Você vai sentir o detalhe, a reverência, o respeito e o cuidado com que os japoneses tratam a sua estadia.

8) Durma em um tatame

Na grande maioria dos ryokans, não tem cama. Você dorme no chão, no tatame, em cima de um futon.
Pode parecer meio estranho, desconfortável até, mas é uma das experiências de sono mais reconfortantes que eu tive na vida.

Tatame quentinho!
Tatame quentinho!

É super confortável e bom para as suas costas. Se você sente dor nas costas, mas sempre dorme naquele colchão macio, típico de hotel europeu, é só dormir uns dois dias no tatame para as suas dores nas costas passarem.
Você fica retinho, sem dores nas costas ou pescoço e inexplicavelmente descansado.

Alguns hotéis, mesmo os que não são ryokans, tem a opção de tatame ou cama. Se você se hospedar na casa de algum japonês, provavelmente você dormirá no tatame. (Tomara que você tenha a sorte que eu tive de dormir em um tatame quentinho – com aquecimento embaixo – é uma das melhores coisas da vida!!)

Se tiver a opção entre um e outro, durma no tatame. Afinal, a cama você já tem no resto do ano e o legal mesmo, em uma viagem, é ter novas experiências.
E você precisa estar inteiro para aproveitar o dia seguinte, não é mesmo?

 

9) Coma coisas que você não conhece

Arrisque-se. Experimente. Ouse. Permita-se provar coisas que normalmente você não comeria. Desafie o seu paladar.

Dangô! Não sabe o que é? Prova!
Dangô! Não sabe o que é?
Prova!

Uni? Manda pra dentro!
Não sabe o que é unagi? Prova!
Nunca ouviu falar de furikake? Expeguimenta!

Não sabe o que é? Joga no Google e tenta descobrir...
Não sabe o que é? Joga no Google e tenta descobrir…

No Japão, você vai ver ingredientes que nunca imaginou, nomes diferentes que nunca escutou e pratos muito diferentes do que está acostumado. Você tem todo o direito de não gostar, mas precisa experimentar primeiro.

Quem sabe você não descobre que shabu-shabu é a sua nova paixão? Ou que não gostava de tofu, porque na verdade, nunca tinha comido um bom de verdade?

Ayu? Só te digo uma coisa, é delicioso!
Ayu? Só te digo uma coisa, é delicioso!

Para comer McDonald’s, pizza e arroz com feijão, bastava ficar em casa. Uma forma de conhecer a cultura de um lugar é provando a sua comida. Então se joga!

 

10) Invista em um bom sushi-ya!

Ya = casa
Sushi = você sabe!

Casa de sushi!

Você adora sushi, adora tirar foto de sushi, sushi é o seu prato obrigatório do final de semana?
Então você precisa comer um bom sushi no Japão.

Você não é muito fã de sushi, acha que nunca comeu um peixe fresco de verdade, sua garganta fecha só de pensar em wasabi, não suporta a ideia de comer peixe cru?
Então você precisa comer um bom sushi no Japão.

Ir no Japão e não comer um bom sushi é como vir no Brasil e não comer feijoada.
Sério!

Set de um sushi ya em Kobe
Set de um sushi ya em Kobe

Além do sushi em si, que é muito gostoso e diferente da maioria que é servido do Brasil (um pouco maior, arroz menos doce, temperatura ambiente, menos shoyu), a experiência de comer em um sushi-ya é muito bacana.

Os mais tradicionais nem prato e nem hashi tem. O sushiman prepara e coloca direto no balcão, à sua frente e você come com a mão.

Pode babar nesse camarão
Pode babar nesse camarão

Se você pode investir um pouco mais, vá em um sushi-ya tradicional, que é um pouco mais caro e peça o menu degustação. Você vai provar uns sushis maravilhosos, com os peixes que estiverem mais frescos no dia e com a curadoria e o preparo de um sushiman experiente (que é uma profissão levada muito à sério no Japão e exige anos de experiência, estudo e prática).

Se você estiver on low budget, vá em um kaiten sushi. É um restaurante que tem uma esteirinha automática e os pratinhos de sushi vão passando na sua frente. Gostou, é só pegar!
Normalmente, esse tipo de restaurante é bem barato e tem pratinhos que custam 1 dólar!
E tem uns que são muito bons mesmo! Um dos meus restaurantes preferidos no Japão é um kaiten sushi.

Sushi maravilhoso de menos de 5 dólares - em um Kaiten Sushi
Sushi maravilhoso que custa 1 dólar – em um Kaiten Sushi

De qualquer jeito, com dinheiro ou não, você vai comer sushi. E depois vai demorar para comer sushi de novo por aqui. Vai ficar muito mais exigente.

 

11) Tire a sorte e participe dos rituais nos templos

Thiago tirando uma super sorte
Thiago tirando uma super sorte

Não importa a sua religião, se você acredita nos rituais ou se nem liga para nada disso. Encare como uma experiência cultural.

Os templos budistas e xintoístas do Japão costumam ter vários rituais que podem ser praticados pelos turistas.
Um deles é tirar a sorte.
Você tira um papelzinho e a sua sorte estará escrita lá. Se for boa, você leva com você. Se for ruim, você amarra ela bem forte, para ela não sair dali.

Sorte ruim, amarra forte!
Sorte ruim, amarra forte!
A minha sorte foi péssima, olha ela amarrada aí!
A minha sorte foi péssima, olha ela amarrada aí!

Outra prática bem comum é escrever os seus desejos em uma plaquinha e colocar em um local específico, perto do templo. Cada templo tem uma finalidade: estudos, amor, saúde.
É só escrever o que está no seu coração, colocar lá e torcer para acontecer.

Casal de amigos queridos pedindo amor em Kyoto
Casal de amigos queridos pedindo amor em Kyoto

Você pode também se aproximar de uma tina com incensos para buscar mais inteligência.

Busquem conhecimento...
Busquem conhecimento…

Ou jogar moeda.

Buscando felicidade...
Buscando felicidade…

Ou tocar o sino. Tudo para buscar a boa sorte.

Buscando mais felicidade... Sempre!
Buscando mais felicidade… Sempre!

Você não precisa acreditar que vai dar certo ou se converter ao Budismo amanhã. Encare como uma experiência cultural.
É muito mais fácil entender um pouco como os japoneses sentem, pensam e agem.
E também é uma forma de demonstrar respeito com a crença deles.
Mal não vai fazer…

E você, quantas dessas coisas fez ou deseja fazer em sua visita ao Japão?

39 comments

  • Magali, vc está de parabéns pois em pouco tempo pegou a essência deste povo com a cultura milenar…
    Parecia que eu estava com vcs, compartilhando estes momentos de pura sabedoria, pois comer é saborear, internalizar e viver é partilhar momentos maravilhosos de saber! Parabéns pela excelente “reportagem” já estou esperando a do Hawaii…
    Elisa Kyomen

    • Olá Elisa,

      Muito obrigada pela visita, pelo comentário e pelo carinho!
      Que bom que gostou do post, realmente é uma delícia sentir-se de volta no lugar. O Japão é um país fascinante!
      E não acabou não, toda terça feira tem episódio novo no canal do Youtube. É só se inscrever para não perder nenhum vídeo.

      Já viu o dessa semana? Continuando sobre Tóquio, apresento Shibuya, Ginza, Akihabara, Skytree, Tsukiji e as estações de Tóquio.

      Beijos!

    • Oi Laís,

      Obrigada pela visita e pelo comentário carinhoso!
      Quando estiver planejando ir e quiser mais dicas e só passar aqui e pedir que será um prazer te ajudar.

      Um abraço,
      Magali

  • Olá, Magali! Tudo bem? Estou adorando o seu blog porque estou me programando para ir ao Japão em 2 anos. Eu sei que é um bom tempo até lá, mas ainda assim, é bom já programar os custos. Como vou com uma amiga que tem tatuagens como eu, gostaria de saber se você sabe de onsens que aceitam gente tatuada. Em mais de um lugar eu li que seria um problema achar algum por conta disso, da relação com a máfia, mas realmente gostaria de ir 🙁 Outra coisa, se não for abuso, que quero saber é se você chegou a ver algum hostel/albergue por lá, se são friendly com estrangeiros ou se valem a pena? Estou entre isso e tentar couchsurfing, porque queremos gastar mais com compras e atrações do que propriamente estadia!!

    Mais uma vez, tá de parabéns pela paciência em escrever esses posts incríveis e pelas fotos também!! Obrigada 🙂

    • Oi Paula,

      Obrigada pela visita e pelo comentário.
      O Japão é uma viagem tão grandiosa que planejar com antecedência é sempre bom. Será um prazer poder te ajudar com dicas sobre o país. Você já assistiu os vídeos do canal da Magali no Youtube? Lá, apresento várias cidades diferentes do Japão e conto o que fazer, onde comer, onde ficar. Se inscreve lá no canal para não perder nenhuma novidade.

      Sobre os onsens, você pode procurar algum ryokan (que são as pousadas típicas japonesas) que tenha onsen dentro do quarto. Assim, ninguém te incomoda e você pode entrar à vontade, com tatuagens ou sem. Eu não fui em nenhum assim, e eles costumam ser mais caros, mas vale hospedar-se pelo menos uma noite para ter a experiência completa do Japão.

      Não fiquei em nenhum hostel no Japão, mas sei que existem vários bons e eles são super friendly com estrangeiros. O japonês é super aberto com os turistas e os recebe muito bem, pode ficar tranquila.
      Uma dica pra você é procurar hotéis de grande rede, destes business mesmo. Eles costumam ter uma boa relação custo-benefício e são bem mais baratos do que os hotéis tradicionais. Mas acho que vale ficar em hostel sim.

      Se precisar de mais dicas, ou quiser conversar mais, me manda um email no magaliviajante@gmail.com, vou adorar ajudar a planejar a sua super viagem.

      Espero que eu tenha ajudado!

      Um abração,
      Magali

  • Oi Magali vou para o Japão nodia 12 de outubro e volto dia 19 são mais ou menos 6 dias completos vou levar meus pais e minha esposa e minha sogra …gostariamos de saber um bom roteiro para estes dias e que desse pra aproveitar ao maximo mesmo q seja comprando o Jr pass ….pode no ajudar
    pensei em ficar 4 dias em tokio sendo 2 na cidade e 2 bate volta pra algum local talvez kikko e outro local e 2 dias em kioto …chegaremos em narita qual o melhor roteiro?

    • Olá Otávio, tudo bem?

      Obrigada pela visita e pelo comentário.
      Puxa, 6 dias no Japão são um desafio… Tem muita coisa legal pra ver no país e seis dias não é tempo suficiente. Mas vamos lá: você ou alguém do seu grupo já conhece o país?

      Eu ficaria pelo menos 3 dias inteiros em Tóquio. A cidade é bem grande e tem muita coisa para ver.
      Os outros três dias eu dividiria entre Kyoto e Hiroshima, que na minha opinião, são cidades indispensáveis quando se vai ao Japão.
      É claro que tem outras cidades bacanas também, mas essa seria a minha escolha se eu só tivesse seis dias no país.

      No meu canal do Youtube (https://www.youtube.com/channel/UC-6hl5iXHmjdZWR2N1wCINQ) tem vídeos sobre o Japão e dando dicas sobre essas e outras cidades. Se inscreve lá para receber todas as novidades e assiste os vídeos. Pode te ajudar a se decidir.

      De toda forma, me manda um email no magaliviajante@gmail.com que a gente vai conversando e eu te ajudo a montar um roteiro redondinho no Japão, que tal?

      Um abração,
      Magali

  • Magali, aqui na Muito Mundo descobrimos uma dica bacaninha para compartilhar. Quem ama viagens e livros encontrará no Book and Bed o lugar ideal. Este hostel-design em Tóquio tem mais de 1.500 livros distribuídos em suas estantes. Atrás delas estão os “quartos”, aqueles casulos bem estilo japonês que farão o hóspede se imaginar como parte da biblioteca. A estrutura conta com 30 camas, banheiro compartilhado, wi-fi gratuito e lobby. Muito legal e inusitado, como as coisas sempre incríveis do Japão.

  • Muito legal esse seu post! Parabéns pelas explanações. Sempre tive vontade de conhecer o Japão; amo a cultura nipônica. Não sou descendente parental de japonês, mas tenho uma ligação um tanto quanto esquisita com o Japão. Tenho uma desordem física chamada “Sindrome da Maquiagem KabuKi”. Meu rosto lembra muito os traços que os atores do teatro Kabuki fazem para interpretar os papéis. Maquiagem de base branca, com traços bem marcados em cores que representam determinados sentimentos ou estados de alma dos personagens. É realmente uma maneira bem diferente de se ter ligação com algo. Mas foi a partir deste problema que conheci, através de pesquisas, a cultura japonesa. Novamente, parabéns pelo trabalho! E com suas dicas, vai ficar mais interessante ainda minha futura ida ao Japão!

    • Oi Lucas,

      Que bom receber a sua visita e o seu comentário!

      Não conhecia essa desordem física, mas espero que você esteja bem! Fico feliz que tenha gostado do conteúdo e espero que você possa sempre encontrar dicas bacanas sobre o Japão e sobre outros destinos por aqui…
      Você já assistiu os vídeos da Magali no Youtube? Lá tem bastante coisa bacana sobre o Japão também.

      Espero que a sua ida ao Japão esteja perto de acontecer e se precisar de mais dicas, ou quiser sugerir algum conteúdo, fique à vontade, estou à disposição para ajudá-lo.

      Um abração

  • Oi :]

    Desculpa ressuscitar seu post, adorei tudo. Só tenho uma dúvida, quanto você acha que é legal pra passar uns 20 dias e fazer tudo o que quiser fazer igual ao que você fez na sua viagem (sem luxo, me refiro a poder comer e beber a vontade e visitar parques e lugares legais), em reais ou dólares?

    • Oi Vinicius,

      Obrigada pela visita e pelo comentário.
      É muito difícil precisar a quantidade de dinheiro para uma viagem para uma pessoa que não conheço bem o perfil, os hábitos e as preferências. Mas se quiser, me manda um email no magaliviajante@gmail.com, que eu te ajudo a definir uma quantia de dinheiro para uma viagem confortável, sem perrengues.

      Um abraço!

  • Olá,
    Fundamental suas dicas, ajudando muito!
    Estou programando minha viagem ao Japão e quero muito me hospedar num riokan ( tudo por causa do onsen, rsrsr!!!) , mas eu não como comida japonesa 🙁
    Minha duvida é: posso dispensar o jantar ou isso seria muito deselegante? Alguma sugestão?
    Ah! Pretendo conhecer um riokan em Kyoto ou Hirochima, estou pesquisando!
    Obrigada!

    • Oi Tatiana,

      Que bom que está curtindo as dicas, espero que elas te ajudem bastante!
      Acredito que não tenha problema você “pular” o jantar do ryokan, desde que passe essa informação para eles no momento da reserva.
      Eles irão preparar o jantar de acordo com o número de pessoas que estiverem hospedadas, então avisar na hora ou simplesmente não aparecer fica meio chato sim. Mas acredito que não haverá problema se você fizer isso antes.
      Provavelmente, eles não irão te dar nenhum desconto por isso, então você vai pagar pelo jantar e não consumir… 🙁

      Espero que tenha te ajudado!
      Beijão

  • Olá,
    Lá vai eu querendo ajuda novamente…
    Estarei por 12 dias no Japão ( descontando chegada e saida)
    Ficarei em Tokyo por 4 dias inteiros, chegando por Narita, e pretendo fazer os day trips ate o Monte Fuji e tambem Nikko, no 5º dia irei para Kioto, por mais 5 dias, com day trip para Nara, e tambem conhecer arredores como Floresta de bambus e o castelo Himeji e mais 2 dias em Hiroshima,visitando a ilha de Miyajima, e volta para Tokyo no trem bala Nozomi ( que não esta incluso no JR Pass) e de lá para Aeroporto de Narita.
    Minha grande duvida quando ao JR Pass de 7 dias, caso começo a usa nos 2 ultimos dias de Tokio para ir ao monte Fuji e a Niko, não conseguirei usa lo no ultima dia em Hiroshima para ir para a ilha de Myajima, ou se começo a usa lo no ultimo dia em Tokyo e dai faço Monte Fuji fora do pass, o que vale mais ficar por “conta propria” no Monte Fuji ou Hiroshima?
    Ou comprar o de 14 dias mesmo?

    • Oi Tatiana,

      Obrigada pela visita e pelo comentário. Que legal a sua viagem, tenho certeza que você vai curtir muito!
      Sobre o que vale mais a pena, você vai ter que colocar na ponta do lápis mesmo. Entre no site da JR (http://english.jr-central.co.jp/), e faça a cotação das passagens dos trechos que você me informou. Em seguida, veja se vale mais a pena comprar avulso ou encarar o JR Pass de 14 dias.
      As passagens de shinkansen são extremamente caras, então veja opções mais baratas (e mais demoradas) também, como trens locais e ônibus.
      Não sei se é o caso, mas eu viajei a noite toda em um ônibus de Tokyo para Kobe e foi bem tranquilo…

      Se tiver mais alguma dúvida, me mande um email em magali@magaliviajante.com que será um prazer ajudá-la!

      Beijão

  • Boa noite Magali! Gostei das suas experiências e aprendi um pouco.
    Em breve vou conhecer o Japão. Obrigado pelas dicas.

    • Oi Carlos,

      Que legal que gostou das dicas! Espero que a sua viagem para o Japão seja ótima. Se precisar de mais informações, é só falar.

      Um abraço

  • Estou planejando ir ao Japão em janeiro de 2017 com a família (inclui 2 filhos adolescentes). No inverno, os passeios ficam muito limitados? Infelizmente, não tenho outro período disponível. Para 14 dias, quais as cidades que você me aconselha ir?

    • Oi Adriana,

      Que legal! Com certeza a viagem será ótima. O Japão é um país muito preparado para o turista, inclusive no inverno, então vocês não deverão ter problemas com passeios. Na verdade, tem alguns passeios, como o de Tateyama, que ficam muito melhor no inverno, com a neve mais alta.

      14 dias dá pra ver bastante coisa, mas depende do foco e interesse da sua família. Eu indicaria as cidades mais importantes turisticamente, como Tokyo, Hiroshima e Kyoto. Como é inverno e você tem filhos adolescentes, esquiar também pode ser uma opção bem bacana.
      Aqui no blog tem post e vídeo sobre isso, mas se tiver alguma dúvida, pode mandar um email para magali@magaliviajante.com que será um prazer ajudá-la com o roteiro.

      Um abração

  • Incrïvel seu post!!! Irei em outubro e já estou sonhando com isso!! Qual o onsen e ryokan que você foi? Bjs, Daphinis.

    • Oi Daphinis,

      Que bom que gostou do post! Que demais que você vai para o Japão em outubro, talvez consiga ver o kooyo, que dizem que é lindíssimo!
      Eu fiquei em um ryokan na cidade de Beppu chamado Okamotoya. Ele é um ryokan simples, mas eu gostei muito, principalmente da vista e do jantar!
      Já o onsen, recomendo o Arima Onsen, perto de Kobe, que tem uma estrutura excelente e mais parece um spa.

      Se precisar de mais informações, pode mandar um email para magali@magaliviajante.com que eu vou adorar te ajudar com mais dicas.

      Beijão

  • Olá Magali viajante! Estou adorando ler o seu blog e esse post é sensacional! Embarco para o Japão na 3a-feira e queria saber em qual izakaya você foi e se você tem algum para indicar em Tokyo. Afinal, acho que deve ser impagável ver um Japa perdendo a linha! Hahaha obrigada e sucesso!

    • Oi Paula,

      Que legal! Você já deve estar no avião agora e espero que esteja curtindo a viagem!
      Não sei se você assistiu aos vídeos do YouTube, mas lá tem várias dicas de Tóquio e outras cidades, inclusive de izakayas. Dá uma olhada neste link aqui https://www.youtube.com/channel/UC-6hl5iXHmjdZWR2N1wCINQ/playlists, que tem todos os vídeos do Japão.

      Bom, me avise se precisar de mais alguma dica.

      Bjs

  • Magali bom dia!!! Estou em Tokio qual o mercado e o nome da granola e do matcha tea q vc comprou ?? Não estou mais conseguindo achar aonde vc postou Arigato !!! Kkkk Maggie NYork

    • Com certeza!

      Como sou brasileira, só posso dar dicas totalmente de brasileiros…

  • Oi Magali, dia 15 de março de 2017 , eu e minha filha estaremos embarcando para o Japão, além, das curiosidades, como um turista brasileiro, alegre e brincalhão, deve se comportar com possíveis adversidades de costumes ?. Você aconselharia, contratar um guia para visitar a cidade, ou é só ir no caminho indicado pelas casas de turismo ? vou ficar quinze dias no Japão, quais as prioridades para conhecer um pouco do Japão . Onde visitar, quais as cidades onde a tecnologia está mais presente , em vários segmentos, como robótica, nanotecnologia, energia solar, eólica, Aguardo resposta breve, se você, tiver outras informações será bem vinda. arigatô.

    • Olá,

      Sobre os costumes e etiqueta no Japão, leia o seguinte post: https://magaliviajante.com/2015/06/17/11-coisas-que-voce-nao-deve-fazer-no-japao/

      É bem tranquilo visitar o Japão por conta própria, contrate um guia caso você queira saber a história mais detalhada.
      Em 15 dias, eu aconselho você a conhecer pelo menos Tóquio, Kyoto, Hiroshima e Osaka. Tem vários posts aqui no blog sobre o que fazer em cada uma dessas cidades.

      Sobre tecnologia, não manjo nada do assunto. Vou ficar te devendo.

      Um abraço e boa viagem

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